
Aumenta a preocupação com a morosidade comercial. O Barómetro de Práticas de Pagamento de Crédito y Caución indica que a #morosidade em operações comerciais aumentou nove pontos num ano e perto de 50% das empresas teme um aumento de #insolvências nos próximos meses.
Os setores mais vigiados atualmente são:
O Banco de Espanha alerta sobre construção e imobiliário, embora considere que o risco do sistema ainda permanece contido.
Os fatores mais preocupantes são as margens empresariais reduzidas, o menor crescimento de vendas e a pressão financeira acumulada com refinanciamentos mais difíceis para empresas muito endividadas.
Especialmente sensíveis:
Alguns especialistas jurídicos alertam que a queda de processos de insolvência pode ser enganosa. Muitas empresas estão a adiar o reconhecimento formal de insolvência, esgotando liquidez antes de recorrer a reestruturações preventivas.
Isto aumenta:
O QUE PREOCUPA AGORA MESMO SEGURADORAS E ANALISTAS DE CRÉDITO
As áreas mais vigiadas por empresas como Cesce, Coface ou Creditoycaución são o aumento de atrasos de pagamento antes da #insolvência formal, a deterioração silenciosa de #PME pequenas, bem como a tensão geopolítica e o menor consumo europeu devido sobretudo à debilidade industrial na Alemanha. Preocupa também o incremento de custos laborais e fiscais e a dependência excessiva de poucos clientes.
SINAIS PRECOCES DE RISCO DE INCUMPRIMENTO
A Espanha não está num cenário de crise generalizada de insolvências, mas sim numa fase de “mora estrutural elevada”. O foco já não está apenas em falências visíveis, mas em empresas que sobrevivem com severas tensões de liquidez.
O risco mais importante para 2026 parece estar em:
E o grande fator decisivo continuará a ser o custo de financiamento e a capacidade real de geração de caixa.