
Durante anos, no setor da embalagem falámos muito de velocidade, qualidade e automação, mas há um ponto que cada vez tem mais peso na tomada de decisões: o custo real de produção.
Uma máquina não é rentável unicamente porque produza muitos metros por hora. A verdadeira pergunta é:
Quanto custa realmente imprimir cada m²?
Neste contexto nasce a HC2500 de YBERIA INKJET SOLUTIONS, uma solução multipass inkjet orientada principalmente para a impressão direta sobre cartão canelado, onde a estabilidade, a precisão e o controlo do consumo são fatores chave.
A evolução tecnológica neste tipo de equipamentos vai além de colocar tinta sobre um suporte. Falamos de controlar cada parte do processo:
Cabeças Epson I3200 de alta precisão para conseguir uma definição elevada.
Sistemas de movimento mais precisos mediante motor linear no eixo X.
Automatização do transporte e posicionamento do material.
Medição a laser para assegurar a correta localização do suporte.
Gestão inteligente do sistema de tinta.
RIP profissional para otimizar cor e produção.
Mas um dos pontos mais interessantes é analisar o consumo.
Tomando como referência uma tinta com um preço de 69 €/litro, realizámos uma estimativa de consumo para uma impressão standard CMYK:
Cobertura média: aproximadamente 11 ml/m²
Custo estimado de tinta: cerca de 0,76 €/m²
Em trabalhos com maior cobertura de imagem:
Cobertura alta: aproximadamente 18 ml/m²
Custo estimado de tinta: cerca de 1,25 €/m²
Evidentemente, o consumo final dependerá do desenho, cobertura, configuração do RIP e condições de produção, mas estes dados ajudam a entender uma realidade importante:
A eficiência não está só em produzir mais rápido, mas em produzir melhor controlando cada recurso.
Para fabricantes de cartão canelado e packaging, onde cada cêntimo por metro quadrado pode marcar a diferença, ter uma visão clara do custo operativo permite tomar melhores decisões.
A impressão digital industrial está a evoluir para modelos mais flexíveis: menos dependência de tiragens longas, mais personalização, mudanças rápidas e uma produção mais adaptada às necessidades atuais do mercado.
A pergunta já não é só:
“Quanto imprime uma máquina?”
Sino:
“Que valor aporta cada m² produzido?”
E é aí que soluções como a HC2500 procuram aportar uma nova alternativa para o setor do cartão canelado.